terça-feira, 5 de abril de 2011

Nossos corpos, nosso lar!

Seu amor é minha cama.

Me ama,

habitação do meu repouso.

E pouso,

em suas mãos suavemente.

E sentes,

minha pele e meu gozo.

E morro,

no seu colo em que escondo.

E sondo,

as batidas do seu peito.

E aceito,

que elas gritem

por meu nome.

Sandra Freitas.

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