terça-feira, 30 de novembro de 2010

Oi amor, saudade...



Solitária, sim...
O meu coração faz eco
Anda vazio, fechei a porta
todas as janelas estão bloqueadas
Minha prisão...


Esse amor que maltrata meu coração
Chama, grita, mas quem pode ouvir?

Oi amor, saudade...

ISA


[....]


O teu olhar
levou-me à paixão.
depois ao amor!

É um amor sem limites,
sem hesitação,
bebendo as tuas palavras,
a tua dedicação,
o teu amor em silêncio,
por vezes escondido,
outras vezes assumido!

Ninguém roubará
este amor que corre,
que se alimenta em nós!

Solitária, mão...
somos prisioneiros deste amor!

José Manuel Brazão


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