segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Não consigo calar!



Não,
não consigo calar,
a voz do coração
com as palavras
que devem ser ditas
ou escritas,
no monento certo,
para que vejas em mim,
que me dou a ti
de corpo  e alma!

Não,
não consigo calar,
a voz do coração,
enquanto houver Vida em mim!


José Manuel Brazão

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