quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Saudades desse tempo


Tens saudades,
saudades desse tempo,
do tempo
com os filhos da Verdade (Vida),
que sofriam
num sorriso cativante;
a tua mão
pegava no pão
que era para a tua boca
e estendia-se
para essas bocas sedentas
de uma côdea!

Sentias alívio,
sorrias;
o teu coração
derramava amor
por esses filhos da Verdade,
que hoje
recordas com saudade,
paz e tranquilidade,
por essa Verdade (Vida)…

José Manuel Brazão



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Poema dedicado ao coração inquietante da minha querida Amiga Cristina P. Moita (MIM)

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