quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Lamento da poesia


Quanto tempo não passeia por mim
Não dedilha minhas letras
Não se detém em minhas vírgulas
Quanto tempo não toca minhas reticências
Ah poeta não abandone sua poesia
Lembra das rimas cheias de vida?
Agora me deixou só
Já não sei sorrir...
Viu meus olhos não tem mais brilho
Você já não navega mais neles...
A poesia foi abandonada por seu poeta!
ISA


[....]

Tão perto já estivemos,
mas vejo-te distante,
não sei,
mas sinto!

Dou-te
o amor que posso,
e apenas
que sejas generosa,
que me acompanhes
nesta vida ruinosa,
em que o ar que respiro
é o que me resta!

Apenas
que compreendas
um homem de amor,
que te vê
para além do desejo
e do prazer!

Mas
vejo-te distante …

O poeta
não abandonou a poesia,
mas a tua inspiração
anda alheia,
sem motivação

e não és a mesma do passado...

José Manuel Brazão


* Para ti ISA, há anos minha Amiga de coração doutras páginas da Vida *





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