domingo, 20 de junho de 2010

O nó que desatei!


Existia um nó,
muito apertado,
que enlaçava a vida,
a minha vida!

Desfeito o nó,
respiro a vida
com outro fôlego,
com outro olhar,
sorriso aberto,
coração renovado!

Com nó
ou sem nó,
mantive princípios,
sentimentos
e o amor,
amor intocável!

Existem nós
que asfixiam,
mas não matam!

Chegou a hora de voar!

José Manuel Brazão


Baseado nas seguintes palavras:

Às vezes é necessario uma pausa na vida, a solidão enxertada; aquela sábia e necessária para nos manter vivos...
Luciana Silveira


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